segunda-feira, março 18, 2013

Estes foram os primeiros poemas que te escrevi...


Longínquo

Cada dia que passa penitencio na minha pele a nossa distância.
Nela escrevo as palavras que, por vezes, ficam por dizer.
Às vezes, existe um fogo que consome as palavras longínquas e me revigora o viver.

18 de Julho de 2010

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Mensagem

Se souberes como me chamar, chama.
Podes sempre chamar-me.
Diz o meu nome ao sol nascente
E soletra cada letra que o compõe.
Podes, também, escrevê-lo nas paredes da tua rua.
Ao passares lembras a minha existência noutro lugar que não o teu.
Envia-me a mensagem que estás aí,
Que eu te ouço ao longe, na passagem do tempo,
Onde a distância nos devolve um ao outro virtualmente.

31 de Julho de 2010


Para ti, Vanessa